Khemjira: Minha opinião

Não é segredo que essa foi uma produção icônica na indústria. A série recebeu diversos prêmios e indicações na Tailândia, além de reconhecimento por valorizar e retratar a cultura tailandesa de forma muito fiel. O que eu acho que deu certo? Além, é claro, de a história ser lindíssima, os personagens serem maravilhosos, a locação ser imersiva e todas as coisas que fazem qualquer história ficar na memória como referência. Existe um ponto que eu considero vital para que a obra esteja completa. A abertura do programa já é uma pedrada. Eu não conheço muito dessas músicas folclóricas e também não sei exatamente do que ela fala, mas, mesmo assim, você a assiste sem ver a série e já dá para entender o que aquela obra quer passar. Khemjira, ou Khem, é um rapaz que nasce portador de uma maldição que atravessa gerações e ciclos carnais. Em uma de suas vidas, ele conhece sua alma gêmea e, ao que tudo indicava, nessa vida eles se libertariam da maldição. Mas, por conta de uma alma sebosa, tudo deu ...

Lost To You: E a crueldade da esperança.

 




E aí, pessoas...

Bom... Começando aqui com a minha humilde opinião. Hoje em dia a gente sabe que opinião não vale muita coisa, mas, ainda assim, eu vou dar a minha. Você faz o que quiser com a sua... (Tá agressiva!)

Acabei de assistir ao último EP desse BL e fiquei assim...

Tá... É isso mesmo?

A história começa com esses dois personagens: um é um pobre coitado em todos os sentidos, e o outro é um valentão rico com uma condição bem específica.

A gente acompanha essa realidade que mistura superstição, misticismo e um pezinho no mundo real. Existe aquela esperança, mesmo que duvidosa, de que algo bom vai acontecer. Tem toda essa coisa de destino, apego e vários elementos que fazem a gente acreditar que a história vai seguir por um determinado caminho... E aí você fica pensando:

"Será mesmo?"

Bom... Não vou negar que fiquei um pouco surpreso com a decisão do final. Ela transforma toda essa experiência da esperança em uma mistura de crueldade... e mais esperança.

Eu sei... Tá bem redundante. Talvez seja porque eu ainda não consegui organizar exatamente o que esse final despertou em mim.

A questão é que vou precisar digerir esse desfecho por um tempo. Encontrar algum sentido filosófico para ele e fazer as pazes com essa ideia de que nem tudo precisa ser do meu jeito para ser bom. Eu sei... Muita gente aprendeu isso quando era criança. Aparentemente, eu ainda não.

Então é isso...

Sejam felizes e, na dúvida entre esperar que uma chuva de meteoros salve a sua vida ou fazer um tratamento médico...

Escolha o tratamento.

Vão em paz.

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