Khemjira: Minha opinião






Não é segredo que essa foi uma produção icônica na indústria. A série recebeu diversos prêmios e indicações na Tailândia, além de reconhecimento por valorizar e retratar a cultura tailandesa de forma muito fiel.

O que eu acho que deu certo?

Além, é claro, de a história ser lindíssima, os personagens serem maravilhosos, a locação ser imersiva e todas as coisas que fazem qualquer história ficar na memória como referência.

Existe um ponto que eu considero vital para que a obra esteja completa.

A abertura do programa já é uma pedrada. Eu não conheço muito dessas músicas folclóricas e também não sei exatamente do que ela fala, mas, mesmo assim, você a assiste sem ver a série e já dá para entender o que aquela obra quer passar.

Khemjira, ou Khem, é um rapaz que nasce portador de uma maldição que atravessa gerações e ciclos carnais. Em uma de suas vidas, ele conhece sua alma gêmea e, ao que tudo indicava, nessa vida eles se libertariam da maldição. Mas, por conta de uma alma sebosa, tudo deu errado e agora o destino reúne todas essas almas para que essa maldição seja finalmente quebrada.

Eu sei, tem muito mais coisas do que isso, mas, num resumão de um quase "tweet"... é mais ou menos por aí.

Fora essa premissa, que já promete muito, eles trazem elementos culturais tailandeses muito marcantes e cruciais para a história...

A vilã, que, no meu ponto de vista, nada mais é do que uma anti-heroína, tem motivos de sobra para fazer o que fez por tanto tempo, mas, assim como todos os seres, ela também precisa de redenção.

Essa mensagem é tão forte que, todas as vezes que eu lembro do desfecho, onde tudo é revelado... Cara... É de arrepiar. A batalha, os efeitos, a forma como a narrativa vai esclarecendo os pontos e o plot no final são de arrepiar os cabelos.

Bom, ela está disponível na Netflix, né... Então, volta e meia eu estou revisitando essa pérola.

No mais, é isso. Boa semana a todos, nos vemos qualquer dia desses. Até.

Comentários