Khemjira: Minha opinião

Não é segredo que essa foi uma produção icônica na indústria. A série recebeu diversos prêmios e indicações na Tailândia, além de reconhecimento por valorizar e retratar a cultura tailandesa de forma muito fiel. O que eu acho que deu certo? Além, é claro, de a história ser lindíssima, os personagens serem maravilhosos, a locação ser imersiva e todas as coisas que fazem qualquer história ficar na memória como referência. Existe um ponto que eu considero vital para que a obra esteja completa. A abertura do programa já é uma pedrada. Eu não conheço muito dessas músicas folclóricas e também não sei exatamente do que ela fala, mas, mesmo assim, você a assiste sem ver a série e já dá para entender o que aquela obra quer passar. Khemjira, ou Khem, é um rapaz que nasce portador de uma maldição que atravessa gerações e ciclos carnais. Em uma de suas vidas, ele conhece sua alma gêmea e, ao que tudo indicava, nessa vida eles se libertariam da maldição. Mas, por conta de uma alma sebosa, tudo deu ...

Crazy Love Moo Moo: Louco de Amor po Moo Moo

 




E aí? Comé q'seis tão? (Eu rindo, imaginando como o Google Tradutor vai traduzir isso...)

Eu ia falar episódio por episódio desse BL, mas me segurei para ver o conjunto da obra.

Meu coraçãozinho já foi capturado na abertura. É um hit que conversa diretamente com a série. Ela se destaca muito e deu à obra uma identidade maravilhosa.

A história não inventa a roda. É uma comédia romântica em que um ricaço completamente doido varrido quer conquistar o coraçãozinho do Moo Moo, que diz não gostar dele por isso e aquilo. Mas, no decorrer da história, é mostrado que não é bem assim...

Eu me surpreendi muito com a atuação do Boss. Esse papel o tirou bastante da zona em que ele costumava atuar e trouxe uma visão caricata, fazendo várias brincadeiras com o estereótipo do homem frio, elegante e inalcançável. E, assim... é riso garantido!

Os outros casais não foram muito trabalhados. Acredito que, por enquanto, eles tenham sido apenas apresentados. Ao que tudo indica, deve haver uma continuação em que esses casais sejam desenvolvidos.

Outra coisa que não consegui deixar passar foi a semelhança com o personagem Thee, de Me and Thee. Claro, é uma semelhança sutil. As personalidades lembram uma à outra, ambos brincam com essa caricatura do estereótipo do homem rico e excêntrico, mas cada série leva o personagem para um caminho diferente. E, sinceramente, podem criar um subgênero inteiro de BLs com homens ricos e excêntricos que eu não vou reclamar...

Crazy Love Moo Moo, para mim, é um grande acerto. Tenho certeza, será lembrada por muitos anos.

Enquanto isso, sigo esperando meu marido rico e excêntrico para eu virar uma noiva troféu. 

Até a próxima!  

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